Cisternas

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As primeiras atividades da fundação Aua para Viver tiveram innicio nos anos 80, depois da independência. Em Cabo Verde havia três anos de seca consecutivos. Numa conferência de emigrantes organizada pelo governoem Cabo Verde, que cada um dos participantes desenvolveria atividades para angariar fundos para projetos, para reduzir a escassez de água potável. O Sr.Agnelo Spinola na Holanda com a família compraram uma carrinha, instalaram um tanque de água de 1.500 litros para transporte de água de São Filipe para o interior da ilha para distribuir a população principalmente os velhos, doentes e crianças.

A Comite Agua para Viver foi criada 1978 na Holanda, e passou a ser Fundação  Agua para Viver em 1988. No Fogo, foi criada a organização parceira, Associação Aua Para Viver, mais tarde se tornou tambem a fundação Agua para Viver. Gracas a um apoio do fundo da casa de velhos Santa Liduina da Huize Frankeland de Schiedam fói doado dinheiro suficiente para financiamento da costrução de uma das primeiras cisternas na ilha do Fogo. Entre 1981 a 1986, foram construídas cisternas e lavadas para a acaptação de águas de chuvas . A água depois de fitrada por meio de fitros de graudas e areia antes de entrar nas cisternas fica limpa e conservada para usar como a água potavel ate a próxima estação da chuva.

Ate 2018, foram costruidas 11 cisternas e 7 lavadas . Na zona norte foram construidas 10 cisternas, onde a chuva e mais abundante, e foram construídas mais 2 Lavadas para duas cisterna que fora construídas com o apoio Alemao. Isso aconteceu porque o sistema pipelines não funcionou. A cisterna mais bonita encontra se Na Ribeira Filipe, onde a água sai pela torneira. A maior cisterna foi construída em 1992 em Lacaca, onde a chuva e menos e tem capacidade aproximadamente de 4.500 metros cúbicos de água, por isso foi costruida uma lavada maior. Em 2004, uma foi construida a ultima cisterna em Domingo Ledo / Velho Manuel. Finalmente em 2018 foram reparadas duas Cisternas da Cadeia Civil em são Fiipe, uma delas ganhou rachas após erupção vulcânica em 2014.